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1. Autorização clara

O opt-in deve ser obtido de forma informada e verificável, com identificação da empresa e descrição dos tipos de comunicação esperados. A autorização não pode ser presumida apenas porque o telefone foi obtido, uma compra foi realizada ou existe um contrato.

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2. Formas de coleta

A autorização pode ser registrada em formulário com escolha expressa, área autenticada, atendimento ou outro mecanismo adequado, observando a legislação e os requisitos do canal. Campos pré-marcados, informação escondida e autorizações genéricas não são aceitos como padrão operacional.

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3. Prova da autorização

O cliente deve manter registro do titular ou identificador, origem, data, texto apresentado, finalidade, canal e manifestação de vontade. A prova precisa ser recuperável para auditoria e mantida apenas pelo período necessário às finalidades e obrigações pertinentes.

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4. Escopo e mudanças

Autorizar uma finalidade não autoriza qualquer outra. Novas categorias de comunicação ou mudanças relevantes exigem avaliação e, quando cabível, nova autorização. Iniciar uma conversa de suporte não equivale a concordar com campanhas futuras.

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5. Exemplo de informação ao contato

“Quero receber pelo WhatsApp mensagens de [empresa identificada] sobre [finalidade específica]. Posso pedir a interrupção a qualquer momento. Consulte a Política de Privacidade.” Este exemplo deve ser adaptado à operação e não substitui a definição da base legal ou a verificação da elegibilidade do canal.

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6. Revogação e responsabilidade

A autorização deve ser acompanhada de uma forma simples de retirada. O cliente é responsável por documentá-la; a Conversion Chat AI apoia a configuração técnica dos fluxos contratados. Solicitações podem ser encaminhadas a admin@conversionchat.ai.